Protocolo de 20 minutos trava a sala
Cada exame longo decide quantos pacientes cabem no dia. A sala não está ociosa — está presa num tempo de aquisição que já dá para encurtar.
O mesmo equipamento, a mesma sala, a mesma equipe — e mais exames no mesmo turno. Nos sete protocolos de rotina que medimos, o tempo de aquisição caiu 48% em média: o crânio saiu de 21:30 para 11:02.
Quando a agenda enche, a saída costuma ser comprar mais um equipamento — decisão cara, lenta e que nem sempre é a primeira necessária. Antes dela existe uma pergunta mais barata: quanto da capacidade que você já instalou está parada dentro do tempo de cada exame?
Cada exame longo decide quantos pacientes cabem no dia. A sala não está ociosa — está presa num tempo de aquisição que já dá para encurtar.
Agenda lotada adia o paciente e atrasa o laudo. O exame que a sua estrutura tinha condição de absorver é feito em outro lugar.
Um equipamento novo exige investimento, instalação e tempo até gerar receita. Vale saber antes o que o atual ainda entrega.
A ilustração usa o protocolo de crânio medido pela nossa equipe: 21:30 na aquisição padrão e 11:02 com o TurboMR.
Ilustração baseada nos tempos de aquisição medidos pela equipe TurboMR. O ganho real depende do equipamento, dos protocolos em uso e do perfil de exames de cada operação — é exatamente isso que a POC mede.
Não trabalhamos com uma promessa única para todos os clientes: o resultado depende do equipamento, dos protocolos e do perfil de exames. Estes são os tempos de aquisição medidos pela equipe TurboMR em sete protocolos de rotina.
Tempos de aquisição medidos pela equipe TurboMR em protocolos de rotina, com a otimização aplicada a cada sequência. A média dos sete protocolos é de 48% de redução. Os valores são referência, não garantia de resultado: o ganho da sua operação é o que a POC apura, no seu equipamento e nos seus protocolos.
Aquisição completa no tempo padrão, processamento convencional, imagem para o laudo.
Aquisição acelerada, processamento com IA em cerca de 2 minutos por série, imagem de volta ao PACS.
Acelerar a aquisição aumenta o ruído — é física, não opinião. O trabalho do TurboMR começa aí: a rede neural remove o ruído, recupera resolução espacial e refina bordas, devolvendo uma imagem pronta para o laudo. Abaixo, aquisições aceleradas antes e depois do processamento.






Imagens cedidas pela TurboMR, sem qualquer dado que identifique paciente. A leitura e a interpretação diagnóstica continuam sendo do médico responsável — o TurboMR processa a imagem, não emite laudo.
A prova de conceito existe para tirar a decisão do campo da promessa. Durante até 30 dias o TurboMR roda no seu equipamento, com os seus protocolos e o seu perfil de exames — e no fim você recebe um relatório técnico do que foi medido.
Nossa engenharia conduz o processo junto com o seu time de TI: mapeamento do ambiente, análise de servidores, rede, integração com o PACS, estabilidade DICOM e regras de firewall. Depois, a parametrização e a homologação do recebimento das imagens.
Capacitação da equipe na operação e nas boas práticas, revisão dos protocolos vigentes com as adequações recomendadas e testes dirigidos a reduzir o tempo de máquina sem degradar a qualidade diagnóstica. Durante a POC, o treinamento é presencial.
Ao final, entregamos o documento com a metodologia aplicada, o ambiente e as configurações utilizadas, o comparativo de imagens antes e depois e a mensuração dos ganhos: redução de tempo, qualidade e eficiência do fluxo.
Após a aprovação da POC, a implantação costuma ser programada a partir de 15 dias e a instalação acontece no mesmo dia ou dentro da mesma semana, conforme a infraestrutura. Os prazos são referência e variam com a disponibilidade da equipe e a complexidade de cada projeto.
É a principal preocupação do projeto, e por isso ela é tratada antes de tudo. Durante a implantação e a POC os protocolos são avaliados e otimizados buscando a redução do tempo sem comprometer a qualidade necessária para a leitura clínica. Quem confere essa qualidade é o seu próprio radiologista, com imagens da sua operação — e é justamente para isso que a POC existe.
O TurboMR foi desenvolvido para trabalhar com diferentes fabricantes e gerações de equipamentos de Ressonância Magnética. Nossa equipe tem experiência com Siemens, GE HealthCare, Philips, Canon, Hitachi e Esaote. Antes de qualquer implantação avaliamos as características do seu equipamento e dos protocolos em uso.
Depende do equipamento, dos protocolos e do perfil de exames — por isso não trabalhamos com uma promessa única para todos os clientes. Os tempos publicados nesta página foram medidos pela nossa equipe e servem como referência, não como garantia. Durante a POC medimos o resultado real da sua operação e entregamos esses números em um relatório técnico.
Não necessariamente — e esse é o ponto de partida do TurboMR. O objetivo é aumentar a capacidade produtiva do equipamento que você já tem, reduzindo o tempo dos exames. Se depois disso um equipamento novo ainda fizer sentido, a decisão passa a ser tomada com dado medido na mão.
A implantação é conduzida pela nossa equipe junto com o seu time de TI: mapeamento do ambiente, integração com o PACS, homologação do recebimento das imagens e configuração do servidor. A instalação costuma acontecer no mesmo dia ou dentro da mesma semana, conforme a infraestrutura. O treinamento tem 16 horas e, durante a POC, é presencial.
Não. O TurboMR é uma tecnologia de otimização e processamento de imagens: reduz ruído, recupera resolução e refina bordas. A avaliação e a interpretação diagnóstica continuam sendo realizadas pelo profissional responsável, no ambiente de leitura de sempre.
Conte sobre a sua operação, o seu equipamento e o principal desafio da sua Ressonância Magnética. Nossa equipe avalia o cenário, mostra como o TurboMR se aplica e orienta os próximos passos para testar a solução na sua realidade.
Nossa equipe retorna dentro do horário comercial, de segunda a sexta, das 9h às 18h. Se preferir adiantar a conversa, fale com a gente agora mesmo.
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